Benzimento em Jaboticabal

Benzedor, curador ou simplesmente rezador é uma atividade, muitas vezes, considerada CURANDEIRISMO, destinada a curar uma pessoa doente aplicando sobre elas gestos, em geral acompanhada por alguma erva com poderes sobrenaturais, talvez uma imagem de algum santo ou um terço.

O Benzimento é uma das práticas mais antigas existentes, e se procurarmos  informações sobre este ato chegaremos a rezas utilizadas desde o tempo da colonização pelos Pais e Xamãs, em alguns históricos se diz que escravos usavam este ato para tratar e curar os seus males físicos e espirituais.

O benzimento também, não tem hora, local, dia ou distância para acontecer, pois não há limitações para que este ato aconteça, é necessário apenas a autorização do benzido.

Isto tudo é um ato de amor, fé, humildade, boa intenção e ligação com o Divino. Todo benzedor, de certa forma, apesar de não ser necessário religião, idade ou sensibilidade é alguém que de certa forma é preparado, seja este preparo vindo de ancestrais, passando de pai para filho, avô para neto, tataravô para tataraneto, ou iniciados na arte do Espírito do benzimento. Hoje em dia, é difícil encontrar benzedeiros, mas sempre haverá alguma em sua cidade. Em Jaboticabal, Dona Maria Pagoto do Prado e Dona Ana Maria da Costa continuam como benzedeiras.

CONFIRA OS BENZEDORES DE JABOTICABAL

Ricardo Lúcio da Gama (Campos Salles), Rosalvo Minervino de Oliveira, Mariza Scarpin do Horto, Anna Leite Duqueza, José Pereira da Silva, Neide Maria Lachi Biondi, Maria Ap. de Oliveira Souza, Dona Lina, Dona Miquelina, Francisca Moreno de Melo, Laudo Braz, Ana Maria da Costa, Saturnina Rondon, Cândida Homen Buzoli, Dona Maria Baiana, Dona Mariazinha, Antônio Duarte, Alcinda Gabriel, Dona Néfa, Dona Sebastiana, Maria Pagoto do Prado (todos com fotos que você confere abaixo), Dona Bella, Seu Jacinto, Dona Nega, Dona Lourdes, Dona Nela, Seu José Dias, Dona Lina Paiva, Dona Adelaide, Dona Maria Yole, Dona Joaninha, Dona Helena Rettondim, Dona Ignês, Dona Oraide, Dona Avelina, Dona Ermínia, Seu Dito Cego, Dona Ditinha, Dona Otávia, Dona Maria, Dona Disolina, Seu Jonas Camppopiano, Dona Luíza de Bello, Dona Maria Spada de Bello e Seu Rogério Checcia.

GUILHERME RUAR

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