Réus do Caso Joaquim começam a ser julgados hoje após dez anos do crime

Dez anos depois do crime, a Justiça em Ribeirão Preto (SP) começa a definir nesta segunda-feira (16) um dos casos de maior repercussão na história da cidade: a morte do menino Joaquim Ponte Marques. A mãe, Natália Ponte, e o padrasto dele na época, Guilherme Longo, são acusados do assassinato da criança de 3 anos, em novembro de 2013.

O acesso está restrito apenas a testemunhas e a parte dos familiares da vítima e dos réus. Para o júri popular do casal o tribunal do Fórum de Ribeirão Preto foi reservado por 12 dias.

Ao todo, sete jurados vão analisar as provas e os argumentos do Ministério Público e das defesas. A escolha do júri será feita nesta segunda-feira por sorteio. Longo e Natália estarão no plenário do júri.

Guilherme Longo, hoje com 38 anos, é acusado de homicídio triplamente qualificado, motivo fútil e meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Ele está preso na Penitenciária II, em Tremembé (SP), desde 2018.

Natália Ponte, de 38 anos, também responde por homicídio triplamente qualificado, mas por omissão.

via g1

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