Doenças do coração: saiba como prevenir uma das principais causadoras de morte no Brasil

As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Dos cerca de 300 mil casos de infarto agudo do miocárdio registrados por ano, 30% acabam em óbito. Estima-se que até 2040 haverá aumento de até 250% desses eventos no País.

Para o médico cardiologista, Josely Figueiredo, simples cuidados com a saúde podem ajudar a prevenir esse quadro e permitir uma vida mais saudável.

“O coração é um músculo sensacional, responsável por enviar o sangue para todas as partes do nosso corpo, todas as células e que precisa de cuidados”, destaca o especialista.

De acordo com ele, o coração chega a bombear mais de 100 mil vezes em um único dia e a atividade física é uma das principais aliadas para seu bom funcionamento. O cardiologista, inclusive, esclarece que a regularidade da atividade é mais importante do que a intensidade.

Além da prática de exercícios, uma dieta saudável e o não uso de álcool ou fumo também colaboram na prevenção de doenças cardiovasculares, já que o tabagismo e o colesterol em excesso provocam a formação e acúmulo de placas de gorduras, hipertensão, obesidade, estresse e diabetes, que ampliam de duas a quatro vezes as chances de sofrer um infarto.

“Tendo isso em mente, com certeza, seu coração vai agradecer e te dar uma vida mais longa e saudável”, revela o médico.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, a prática de atividades físicas regularmente e a redução do estresse, associadas ao controle do colesterol elevado e a uma alimentação saudável, tendem a reduzir em 80% o número de óbitos por doenças do coração.

Ida ao médico

As doenças cardiovasculares não apresentam sintomas logo no início e se desenvolvem ao longo do tempo. Por isso, o cardiologista Josely Figueiredo aconselha a visita regular ao médico e também a realização de exames preventivos.

“É preciso essa preocupação de ir ao médico e pedir exames. Desde uma simples verificação de pressão arterial, ausculta cardíaca, eletrocardiograma, passando para exames mais complexos, como teste ergométrico, ecocardiograma e, quando necessário, exames laboratoriais”, recomenda o profissional.

Reprodução/ Phábrica de Ideias

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